Espaço cultural da Prefeitura abre estreia neste sábado e domingo (27 e 28/06), das 9h às 13h; destaque é exposição sobre grafismos africanos
Quer conferir as cores da arte afro e conhecer a história de Hortolândia? Você pode fazer isso no Museu Municipal Estação Jacuba. O espaço cultural da Prefeitura abre para visitação, neste sábado e domingo (27 e 28/06), das 9h às 13h. O museu está localizado na rua Rosa Maestrello, 2, Vila São Francisco.
Atualmente, o museu está com a exposição “Heranças da Diáspora: Grafismos africanos”. Estão expostas 25 obras, recentes e antigas, produzidas pelo artista e pesquisador Adelson Santos.
Os trabalhos são em diferentes suportes e materiais, como cerâmica, pintura na juta, algodão cru e telas. O acervo inclui ainda máscaras. As obras apresentam os grafismos, que são um dos elementos mais característicos da cultura africana. A exposição fica em cartaz no museu até esta terça-feira (30/06).



PRÉDIO HISTÓRICO
Além de conferir a exposição, o público pode ainda conhecer as outras mostras permanentes do museu. O espaço ocupa o prédio da antiga estação ferroviária Jacuba que foi restaurado pela Prefeitura e inaugurado em 2014.
O museu tem um acervo de fotos e objetos antigos, expostos em diferentes salas, sobre a história da estação e do município. O material é parte importante do patrimônio histórico-cultural de Hortolândia.

SELFIES
O museu fica ao lado da via férrea. Durante a visita, o público poderá ter a sorte de ver o trem passar e registrar o momento com fotos, selfies e vídeos. Por medida de segurança, a equipe do museu orienta os visitantes a não ultrapassar a grade que cerca a plataforma externa para tirar fotos ou gravar vídeos na hora da passagem do trem.
Outro atrativo, na entrada, é o exemplar de uma espécie arbórea popularmente chamada “árvore-do-viajante”, que foi plantada na época da restauração do prédio, e é de uso ornamental. De acordo com informações levantadas pela Secretaria de Cultura, o nome científico da espécie é Ravenala madagascariensis. Suas folhas são grandes, também parecidas com as da bananeira. Em razão disso, a planta acumula água, que servia para matar a sede dos viajantes, motivo pelo qual recebeu seu nome popular.
Após o passeio pelo museu, o público pode ainda descansar e usufruir a área externa do centro, onde há árvores frutíferas, duas mangueiras e uma caramboleira, que oferecem sombras acolhedoras, principalmente nos dias de sol forte.
Última atualização: 26 de junho de 2026