Pontos MIS de Hortolândia exibe o clássico “O Vagabundo”, de Charles Chaplin

Sessão será nesta sexta-feira (29/08), às 20h, no Cine Teatro

O cinema mudo foi o primórdio da sétima arte. Um dos grandes artistas dessa fase foi Charles Chaplin. Ele é o protagonista do filme “O vagabundo”, que o projeto Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) de Hortolândia exibe nesta sexta-feira (29/08). A sessão, com direito à pipoca, será, às 20h, no espaço Cine Teatro, que fica dentro da Escola de Artes Augusto Boal, localizada na rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda. A classificação indicativa é livre.

Estudiosos, críticos e especialistas na sétima arte afirmam que Chaplin foi o maior artista de cinema de todos os tempos. É considerado também um dos “pais” da linguagem cinematográfica, ao lado dos irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.

Os títulos hiperbólicos não são à toa. Chaplin se notabilizou por ser um artista completo: escreveu, atuou, dirigiu, produziu e financiou seus próprios filmes.

Com talento e sensibilidade, utilizou elementos da mímica e pantomima em seus filmes, que se caracterizam ainda pela linguagem de comédia pastelão.

Em “O vagabundo”, produção de 1916, Chaplin interpreta o seu personagem mais famoso, que no Brasil foi chamado Carlitos.

O vagabundo leva a vida tocando violino em bares e nas ruas. Certo dia, ele encontra uma jovem triste num acampamento cigano. A moça é maltratada e obrigada a trabalhar para eles. O vagabundo decide salvá-la e foge com ela para um local bem longe.

O destino do casal é abalado quando um pintor famoso, que está sem inspiração, conhece a jovem, e ambos se encantam um pelo outro. Ele pinta um retrato dela e o exibe numa exposição. A mãe da moça vê o retrato e a reconhece.

O pintor promove o reencontro entre mãe e filha. A jovem vai embora, mas percebe que seu verdadeiro amor é o vagabundo. O filme é mudo e os diálogos são exibidos por meio de intertítulos.